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Paixão por Lisboa

Espaço dedicado a memórias desta cidade

Paixão por Lisboa

Espaço dedicado a memórias desta cidade

Museu dos Coches e o "VExpo 2017 - Salão Internacional do Veículo Eléctrico, Híbrido e da Mobilidade Inteligente"

Lamentável, vergonhoso, são alguns dos advérbios e impropérios que me apetece utilizar acerca da utilização do Museu dos Coches, para a realização do "VExpo 2017 - Salão Internacional do Veículo Eléctrico, Híbrido e da Mobilidade Inteligente", nos próximos dias 25 a 28 de Maio.
Reaberto há poucos dias (19 de Maio), após uma inauguração que deixou muito a desejar quanto à qualidade do Museu, assistimos passados poucos dias à realização de um evento que coloca carros, sejam eléctricos sejam híbridos, a par da que é considerada a maior e mais importante colecção de Coches do Mundo.

Ou seja ao lado do Coche dos Oceanos, ou do Coche da Coroação de Lisboa (que faziam parte do conjunto de cinco coches temáticos e dez de acompanhamento que integraram o cortejo da Embaixada ao Papa Clemente XI, enviada a Roma pelo rei D. João V em 1716), podemos encontrar agora qualquer destas novas viaturas denominadas de "amigas do ambiente".

Será que não se encontraria em Lisboa outro espaço para tal evento?

Coche da coroação de lisboa, no velho Museu dos

Coche da coroação de lisboa, no "velho" Museu dos Coches, anos 50, foto de António Castelo Branco, in a.f. C.M.L.

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Publicidade ao evento, foto retirada da pág. motor24

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Assinatura do protocolo, foto retirada da pág. motor24

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 Imagem de promoção de uma marca, no antigo Museu dos Coches, foto retirada da pág. Zeev

Observatório Astronómico de Lisboa

O Observatório Astronómico de Lisboa foi construído na Tapada Real da Ajuda (as obras iniciaram-se em 1861), por iniciativa e financiamento de Dom Pedro V. De estilo Neo-Clássico, a sua planta é da autoria do Engenheiro Jean Colson, e seguiu o modelo do Observatório Astronómico de Poulkovo (S. Petersburgo), considerado o mais avançado da época.
O seguinte documento referencia a contribuição de D. Pedro para tal projecto:

"Vedoria da Casa Real

Tendo attenção ás urgências do Estado, Hei por bem ordenar, que da dotação que me fôra estabelecida, na conformidade da Carta Constitucional da Monarchia, se deduza a quantia de noventa e um contos duzentos e cincoenta mil réis (91:250$000) como donativo, espontaneo, que deverá verificar-se durante o anno de 1857-1858; e outrosim sou servido declarar que é minha vontade que d'esta somma sejam applicados trinta contos de réis (30:000$000) á fundação de um observatorio astronómico em Lisboa, e dez contos de réis (10:000$000) para enriquecer as collecções do Instituto Industrial d'esta capital, devendo a restante quantia de cincoenta e um contos duzentos e cincoenta mil réis (51:250$000) entrar na receita geral do Estado.
O Duque Mordomo-mór assim o tenha entendido e fará constar na Repartição competente. Paço, aos 31 de Janeiro de 1857, - Rei. - Duque Mordomo-mór. - Está conforme. - Gonçalo Jaime Aldim.
No Diar. do Gov. de 4 Fev., n.º 30."
in "COLLECÇÃO OFFICIAL DE LEGISLAÇÃO PORTUGUESA, ANNO DE 1857"

Observatório astronómico de Lisboa, sd, foto de

Observatório Astronómico de Lisboa, s/d, foto de Paulo Guedes, in a.f. C.M.L.

Frederico Oom observando o eclipse do sol, no Obse

Frederico Oom observando o eclipse do sol, no Observatório Astronómico de Lisboa, Abril de 1912, foto da colecção Ferreira da Cunha, in a.f. C.M.L.

Frederico Oom observando o eclipse do sol, no Obse

Frederico Oom registando a observação do eclipse do sol, no Observatório Astronómico de Lisboa, Abril de 1912, foto da colecção Ferreira da Cunha, in a.f. C.M.L.

Observatório astronómico de Lisboa, sd, foto de

Observatório Astronómico de Lisboa, s/d, foto de Paulo Guedes, in a.f. C.M.L.

Registando a observação do eclipse do sol, no ex

Registando a observação do eclipse do sol, no exterior do Observatório Astronómico de Lisboa, Abril de 1912, foto da colecção Ferreira da Cunha, in a.f. C.M.L.

Fotografando o eclipse do sol na varanda do Observ

Fotografando o eclipse do sol na varanda do Observatório Astronómico de Lisboa, Abril de 1912, foto da colecção Ferreira da Cunha, in a.f. C.M.L.

Panorâmica sobre a Tapada da Ajuda, destacando-se

Panorâmica sobre a Tapada da Ajuda, destacando-se o Observatório, 1906, foto de Legado Seixas, in a.f. C.M.L.

A Bica do Desterro

"A Bica do Desterro, que foi fio de água corrente. Notam-se, ladeando a bica, que já não corre há anos, duas janelas ou frestas entaipadas, e com lindas colunas decorativas, de capitéis trabalhados, vindas talvez de outro sítio, graça de arte que deve datar do século XVI. Sôbre êste conjunto ostenta-se uma grande caravela, em pedra, de alto relêvo, das maiores que, neste género, e para a modéstia da Bica, se topam em Lisboa. Por cima de tudo - o muro florido de um quintal. A Bica do Desterro é anterior às primeiras edificações, ou delas coeva."
in "Peregrinações em Lisboa", Livro 4, pág. 67 e 68, de Norberto de Araújo

Bica do Desterro, 1051. foto de Eduardo Portugal,

Bica do Desterro, 1951, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Bica do Desterro, 1051. foto de Eduardo Portugal.j

Bica do Desterro, 1951, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Bica do Desterro, sd, foto do espólio de Eduardo

Bica do Desterro, s/d, foto do espólio de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Capitéis e colunas retiradas da bica do Desterro,

Capitéis e colunas retiradas da bica do Desterro, 1964, foto de Armando Serôdio, in a.f. C.M.L.

 

Praça Marquês de Pombal, e o Plano do arquitecto Carlos Ramos

Com a demolição do Palácio do Conde Sabrosa em 1940, inicia-se o processo que em 1957, pelas mãos do arquitecto Carlos Ramos, e baseado num tributo ao plano de reconstrução pombalina da cidade, pretende a uniformização das fachadas dos edifícios do Marquês de Pombal.
Actualmente o Palacete Seixas, onde está instalada a sede do Instituto Camões, é o único dos edifícios que resistiu a esse plano, e como tal ainda se mantêm de pé.

Panorâmica da praça Marquês de Pombal, ant. 194

Pormenor de uma panorâmica da praça Marquês de Pombal, ant. 1940, foto de Judah Benoliel, in a.f. C.M.L.

Vista aérea do Marquês de Pombal, c. 1934, foto

Vista aérea do Marquês de Pombal, c. 1934, foto de Pinheiro Correia, in a.f. C.M.L.

Visita da imprensa à maquete da futura praça Mar

Visita da Imprensa à maquete da futura praça Marquês de Pombal, 1958, foto de Armando Serôdio, in a.f. C.M.L.

Maquete da futura praça Marquês de Pombal, 1958,

Maquete da futura praça Marquês de Pombal, 1958, foto de Armando Serôdio, in a.f. C.M.L.

Panorâmica da praça Marquês de Pombal, vendo-se

Panorâmica da praça Marquês de Pombal, vendo-se à esquerda o local onde existiu o Palácio do Conde de Sabrosa demolido em 1940, e em frente um terreno para a construção do hotel Florida, 1958, foto de Judah Benoliel, in a.f. C.M.L.

Panorâmica da praça Marquês de Pombal, vendo-se

Panorâmica da praça Marquês de Pombal, vendo-se a construção do hotel Florida à esquerda da estátua, e à direita da mesma, a construção do Hotel Fénix, 1959, foto de Judah Benoliel, in a.f. C.M.L.

V centenário da morte do Infante Dom Henrique, or

V centenário da morte do Infante Dom Henrique, ornamentações, vendo-se ao centro o hotel Flórida, 1960, foto de Arnaldo Madureira, in a.f. C.M.L.

V centenário da morte do Infante Dom Henrique, or

V centenário da morte do Infante Dom Henrique, ornamentações vendo-se o hotel Fénix pouco antes da sua inauguração, 1960, foto de Arnaldo Madureira, in a.f. C.M.L.

Prédio  da BP em construção, 1961, foto de Augu

Prédio da BP em construção, 1961, foto de Augusto de Jesus Fernandes, in a.f. C.M.L.

Prédio encostado ao da BP em construção, 1961,

Prédio encostado ao da BP em construção, 1961, foto de Augusto de Jesus Fernandes, in a.f. C.M.L.

Clube Militar Naval, 1966, foto de Augusto de Jesu

Clube Militar Naval, 1966, foto de Augusto de Jesus Fernandes, in a.f. C.M.L.. Com o N.º 2 da Praça Marquês de Pombal, foi o último dos edifícios iniciais a ser demolido, decorria o ano de 1989.

Praça Marquês de Pombal, sd, foto de Paulo Guede

Praça Marquês de Pombal, s/d, foto de Paulo Guedes, in a.f. C.M.L.. Só o edifício da direita se mantém de pé. É a sede do Instituto Camões.

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Antigo Palacete Seixas, actual Sede do Instituto Camões, o último resistente, 2016, foto do Instituto Camões 

Marquês de Pombal, 2009, Fotografia de Catalão M

Marquês de Pombal, 2009, Fotografia de Catalão Monteiro, in Biblioteca de Arte Fundação Calouste Gulbenkian

Marquês de Pombal, 2009, Fotografia de Catalão M

Marquês de Pombal, 2009, Fotografia de Catalão Monteiro, in Biblioteca de Arte Fundação Calouste Gulbenkian

 

Obras de pavimentação

Mais uma vez deparo-me com o "especial cuidado", com que os nossos amigos do Arquivo Municipal, fazem o seu trabalho. Desta vez dei de caras com uma foto "espelhada", ou seja alguém não se deu ao trabalho de confirmar se o negativo estava na posição correcta ou invertida horizontalmente. Segue-se a imagem corrigida, o "original", tal como consta do Arquivo, e uma outra com a verdadeira localização dos edifícios representados, para se perceber como este era um erro facilmente detectável.

Obras de pavimentação, bois puxando um cilindro,

Obras de pavimentação, bois puxando um cilindro, s/d, foto de Alexandre Cunha, in a.f. C.M.L. Foto corrigida

Obras de pavimentação, bois puxando um cilindro,

Obras de pavimentação, bois puxando um cilindro, s/d, foto de Alexandre Cunha, in a.f. C.M.L. Foto "original"

Palacete Sabrosa e o Palacete Gabriel José Ramire

Palacete Sabrosa e o Palacete Gabriel José Ramires, vistos da Rotunda, s/d, foto de Paulo Guedes, in a.f. C.M.L. Foto representativa da real disposição dos edifícios.

 

Abrigos nos Restauradores

Na sexta-feira, dia 18 de Maio de 1951, O periódico "Diário de Lisboa", noticiava o seguinte:
"Abrigos nos Restauradores - junto às paragens - de «eléctricos» e autocarros
Há muitos anos que se reclama a construção de alpendres, junto às paragens-zonas mais concorridas de passageiros de «eléctricos». Lisboa, tão exposta aos extremos de um sol ardente como de períodos de grandes chuvas, não tem ainda, à semelhança do que se faz lá fora, esses recintos de protecção de grandes massas de publico que aguarda a sua vez de tomar lugar nos transportes colectivos, não obstante a Companhia Carris ter feito já algumas tentativas, junto das entidades competentes.
A Câmara Municipal, porém a título experimental, resolveu agora dar começo à solução do problema, construindo os três primeiros toldos nos Restauradores.
Não se trata portanto, de pesados alpendres de cimento, resistentes às intempéries, mas de simples toldos alegres, assentes sobre ripas de madeira, devidamente cobertos por impermeáveis, e que ostentam, no topo dos postes negros e brancos, as armas doiradas da cidade - a nau de S. Vicente e os corvos vigilantes. Foram colocados junto das paragens dos autocarros, do lado oriental e, em frente, do lado ocidental, junto aos «eléctricos» do Campo Pequeno."

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Alpendres lado oriental dos Restauradores, post. 1951, foto de Estúdios Horácio Novais, in Biblioteca de Arte Fundação Calouste Gulbenkian

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Página do "Diário de Lisboa", de 18 de Maio de 1951, in Fundação Mário Soares

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 Alpendre do lado ocidental dos Restauradores, post. 1951, foto de Portimagem

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Os alpendres dos dois lados dos Restauradores, post. 1951, foto de Estúdios Horácio Novais, in Biblioteca de Arte Fundação Calouste Gulbenkian

Chafariz das Janelas Verdes

"O chafariz das Janelas Verdes foi edificado em 1775, situando-se numa vasta praça, na qual, para a tornar formosa como se encontra, se demoliram 6 casas, as quais foram pagas aos seus proprietários por 16 535$000 réis.
Estas casas pertenciam a José António Matheus, Josepha Maria e seus filhos, D. Maria do Nascimento Rosa (2 propriedades), Francisco Xavier da Costa Vilhena e aos cónegos camarários da Basílica de Santa Maria Maior (Sé).
Depois de construído o chafariz e o seu largo, o terreno que ficou devoluto foi doado por alvará, metade às freiras de Santo Alberto, que por sua vez a cederam ao Marquês de Pombal, o que foi confirmado por aviso de 14 de Agosto de 1811 e por escritura de 13 de Abril de 1812, e a outra metade a Maurício José Cremer Vanzeller. O bonito grupo escultórico que representa Vénus e Cupido foi esculpido pelo escultor António Machado, aluno de João de Almeida, e importou em 600$000 réis."
in "Olisipo" : boletim do Grupo "Amigos de Lisboa", N.º 146-147-148

Chafariz das Janelas Verdes, sd, foto de Leilão S

Chafariz das Janelas Verdes, s/d, foto de Leilão Soares e Mendonça, in a.f. C.M.L.

Planta Topográfica de Lisboa 8 E, 1910, de Albert

Planta Topográfica de Lisboa, 8 E, 1910, de Alberto de Sá Correia, in A.M.L.

Chafariz das Janelas Verdes, anos 40, foto de Fern

Chafariz das Janelas Verdes, anos 40, foto de Fernando Martinez Pozal, in a.f. C.M.L.

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in "Memoria sobre chafarizes, bicas, fontes, e poços públicos de Lisboa, Belem e muitos logares do termo", de José Sergio Velloso d'Andrade

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Chafariz das Janelas Verdes, s/d, foto de José Chaves Cruz, in a.f. C.M.L.

Escola Médica

A Escola Médica, situada a poente do Campo Mártires da Pátria, assenta onde outrora existiu a Praça de Touros do Campo de Sant'Ana, sendo inaugurada em Abril de 1906. O projecto inicial foi do arquitecto José Maria Nepomuceno e do engenheiro Cabral Couceiro, substituídos depois pelo arquitecto Leonel Gaia (que deu uma variante ao primeiro risco), e pelos engenheiros Abecassis e Borges de Castro. Foi António Cândido, Ministro do Reino, quem deu o principal impulso às obras.
A instituição data de 25 de Junho de 1825, tempo de D. João VI, que criara a Real Escola de Cirurgia no Hospital de S. José. Em 29 de Dezembro de 1836 a Real Escola converteu-se, em Escola Médica, designação que subsistiu até à criação da Universidade de Lisboa, a 22 de Março de 1911, e com ela a Faculdade de Medicina, que data de 22 de Novembro do mesmo ano.

Defronte da fachada da Escola Médica pode-se observar a Estátua do Dr. Sousa Martins, inaugurada em 7 de Março de 1907, e obra de Costa Mota. Esta estátua substituiu uma outra, que não resistindo às criticas, veio a ser apeadada, da autoria do escultor Queiroz Ribeiro, e que tinha sido inaugurada em 7 de Março de 1900. A repetição da data - 7 de Março - corresponde à data natalícia de Sousa Martins.
Bibliografia:

"Peregrinações em Lisboa", Livro 4, de Norberto de Araújo

"Olisipo" : boletim do grupo «Amigos de Lisboa», Ano II, n.º 6, Abril de 1939

Construção da Escola Médica, e o antigo monumen

Construção da Escola Médica, e o antigo monumento ao Dr. Sousa Martins, c. 1905, foto do Espólio de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

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Escola Médica no Campo dos Mártires da Pátria, in A.M.L.

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Escola Médica no Campo dos Mártires da Pátria, in A.M.L.

Escola Médica, ant. 1910, foto de José Chaves Cr

Escola Médica, ant. 1910, foto de José Chaves Cruz, in a.f. C.M.L.

Escola Médica, sala de aula, sd, foto de Alberto

Escola Médica, sala de aula, s/d, foto de Alberto Carlos Lima, in a.f. C.M.L.

Escola Médica, sala dos Actos Grandes - o pintor

Escola Médica, sala dos Actos Grandes - o pintor Veloso Salgado trabalha no panneaux do friso que ornamenta o lado esquerdo da sala, 1906, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Escola Médica - Pasteur, pintura mural de Veloso

Escola Médica - Pasteur, pintura mural de Veloso Salgado, 1906, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Galeno - pintura mural de Veloso Salgado, 1906, fo

 Galeno - pintura mural de Veloso Salgado, 1906, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Harvey - pintura mural de Veloso Salgado, 1906, fo

 Harvey - pintura mural de Veloso Salgado, 1906, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Hipócrates - fragmento da pintura mural de Veloso

Hipócrates - fragmento da pintura mural de Veloso Salgado, 1906, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

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Ienner - pintura mural de Veloso Salgado, 1906, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Pasteur rodeado dos seus discípulos - pintura mur

Pasteur rodeado dos seus discípulos - pintura mural de Veloso Salgado, 1906, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Pitágoras - pintura mural de Veloso Salgado, 1906

Pitágoras - pintura mural de Veloso Salgado, 1906, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Escola Médica no Campo dos Mártires da Pátria.

Escola Médica no Campo dos Mártires da Pátria. Tecto do gabinete real, pintura de José Malhoa, 1906, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Rei Dom Carlos, retrato a óleo de José Malhoa, c

Rei Dom Carlos, retrato a óleo de José Malhoa, colocado na sala dos Actos Grandes da Escola Médica, 1906, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Escola Médica, sala dos Passos Perdidos - figura

Escola Médica, sala dos Passos Perdidos - figura central do tecto, pintada por João Vaz, 1906, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Monumento a Sousa Martins e a escola Médica, post

Monumento ao Dr. Sousa Martins e a Escola Médica, post. 1907, foto de José Chaves Cruz, in a.f. C.M.L.

 

Abel Pereira da Fonseca

"Aí temos do lado do mar, na esquina que o Largo faz para a Rua do Amorim, que conduz à praia, o edifício da firma Abel Pereira da Fonseca, com seus prolongados armazéns, as suas enormes adegas, que lhe trouxeram a denominação de «Catedral do Vinho», e as suas oficinas, à beira mar...
A primitiva firma Abel Pereira da Fonseca & C.ª, foi fundada em 1906 pelo comerciante, cujo nome perdura no título, tendo como sócio Francisco de Assis; os primeiros armazéns na Rua da Manutenção do Estado, a Xabregas, passando depois (1908), a esta Rua do Amorim, onde, muito acrescentados, hoje os vemos. Nesse último ano a firma, então recente, foi encarregada de colocar (à venda)* a grande colheita do «rei do vinho», José Maria dos Santos, abrindo-se pela Cidade as várias sucursais, vendia-se então o vinho a 53 réis, e ainda pagava 38 de imposto de «real de água».
Nesta firma se integrou mais tarde uma casa muito conhecida em Lisboa, a do «Val do Rio», que possuía sucursais que transitaram quási todas para êste Abel Pereira da Fonseca.
Em 1910 foi adquirido o prédio da esquina, no qual se levantou o edifício da sucursal, bem típico no Largo."
in "Peregrinações em Lisboa", Livro 15, pág. 77 e 78, de Norberto de Araújo

*no original a frase não contempla o termo: à venda.

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Poço do Bispo, armazéns e cais do estabelecimento Abel Pereira da Fonseca, anos 30 foto de Horácio Novais, in Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian

Abel Pereira da Fonseca, armazém de vinhos, 1966,

Abel Pereira da Fonseca, armazém de vinhos, na Praça David Leandro da Silva, 1966, foto de Augusto de Jesus Fernandes, in a.f. C.M.L.

Doca do Poço do Bispo, vendo-se à esquerda a cas

Doca do Poço do Bispo, vendo-se à esquerda a casa Abel Pereira da Fonseca, 1938, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

 

Achada

"Êste sítio da Achada, que foi arrabalde da cidade muçulmana, deve o seu nome, muito antigo e característico, pois já é citado em 1544, ao facto de aqui se encontrar uma pequena planície ou descanso da encosta. «Achada», com efeito, é uma contracção de «achaada», terra chã.
Como vês, há aqui casas curiosas, interessantes na sua construção de alguns séculos,e como raras se encontram em Alfama; por exemplo estas da esquina...de feitio setecentista, com primeiro piso de ressalto e três andares, e na reentrância (da Achada, ou Jasmim forçadamente) defronte do Largo êste prèdiozinho..., com porta ogival simples e janela do mesmo tipo. É no conjunto, bem pitoresco êste sítio, com seu marco fontanário rodeado de escadaria circular."
in "Peregrinações em Lisboa", Livro 3, pág. 55, de Norberto de Araújo

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Rua da Achada, 1901, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

Beco da Achada, anos 40, foto de Eduardo Portugal,

Beco da Achada, anos 40, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Chafariz no Largo da Achada, 1901, foto de Machado

Chafariz no Largo da Achada, 1901, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

Chafariz no Largo da Achada, 1945, foto de Eduardo

Chafariz no Largo da Achada, 1945, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

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Largo da Achada, 1901, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

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 Largo da Achada, 1901, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

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Largo da Achada, 1901, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

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Largo da Achada, s/d, foto do Espólio de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Largo da Achada, sd, foto do Espólio de Eduardo P

Largo da Achada, s/d, foto do Espólio de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

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Rua da Achada, 1902, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

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Rua da Achada, entre 1898 1908, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

Rua da Achada, entre 1898 1908, foto de Machado &

Rua da Achada, entre 1898 1908, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

 

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