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Paixão por Lisboa

Espaço dedicado a memórias desta cidade

Paixão por Lisboa

Espaço dedicado a memórias desta cidade

Casa de S. Mamede

Construído em 1758 para habitação de Manuel José de Faria e Sousa, corregedor do Bairro Alto, e situado entre o Palácio Cruz Alagoa e o Palácio dos Condes de Ceia/Palácio Bramão, na Rua da Escola Politécnica, é um dos primeiros edifícios pós terramoto, a utilizar na sua construção o sistema de "gaiola pombalina" (construção anti-sísmica).

Neste edifício funcionava no inicio do Séc. XX o "Collegio Polithecnico", actualmente alberga uma unidade Hoteleira.

Rua do Arco, a São Mamede, sd, foto de Machado &

Rua do Arco a São Mamede, s/d, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

Registo de santos votivo a São Mamede, defronte d

Registo de santos dedicado a São Mamede, no edifício defronte da igreja com o mesmo nome, 1949, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Ermida ou Capela da Ascensão de Cristo

Edificada no século XVI, mas alterada nos séculos XVII e XVIII. Foi mandada construir por António Simões de Pina, e destinava-se a prestar assistência aos moradores locais e aos transeuntes que seguiam para o termo da cidade.

"Mais a baixo, logo antes da egreja do extincto convento dos Paulistas da serra d'Ossa, dá o passeante com uma ermida de uma só porta pegada ao palácio velho, que torneja para a travessa de André Valente. É a ermida da Ascensão de Christo. Poucos sabem ter ella sido a séde primitiva da parochia das Mercês. Pois assim foi. Creada a parochia em 1626, desmembrada da de Santa Catherina, ali começaram a administrar-se os Sacramentos.
Era esta ermida pertença do palácio contíguo, e d'elle havia uma tribuna, d'onde os moradores podiam antigamente assistir ás festas rituaes"
in "Lisboa Antiga - O Bairro Alto de Lisboa", Vol. III, de Júlio de Castilho

Capela da Ascensão de Cristo, 1945, fotógrafo ni

Capela da Ascensão de Cristo, 1945, adaptação de uma foto de um fotógrafo n/i, in a.f.C.M.L.

Levantamento topográfico de Francisco e César Go

Levantamento topográfico de Francisco e César Goullard,  nº42, in A.M.L.

Capela da Ascensão de Cristo, 1945, fotógrafo ni

 Foto original, onde se vê também a Igreja dos Paulistas ou de Santa Catarina

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 Capela da Ascensão de Cristo, 1941, foto de Eduardo Portugal, in a.f.C.M.L.

 

 

Igreja do Convento de Sant'Anna

Convento fundado pela rainha D. Catarina, esposa de D. João III, em 1551, já após a morte do monarca, que encomendou o seu risco a Miguel de Arruda. Professava a terceira regra franciscana, dependendo do Mosteiro de São Francisco da Cidade e nele habitando grande número de religiosas. A sua implantação determinou a sua estrutura construtiva, tendo a quadra inacabada, em U, não fechando a ocidente, onde se situava a cerca. No início do séc. XX, foi demolido para dar lugar ao Instituto Bacteriológico Câmara Pestana.
Neste Convento repousaram os restos mortais de Luís de Camões, desde a sua morte até à sua trasladação para os Jerónimos em 1880.
Porcelanas chinesas da dinastia Ming, peças de cerâmica de origem vietnamita, faianças portuguesas e outros artefactos italianos e espanhóis foram encontrados por arqueólogos da FCSH/NOVA, que coordenaram escavações feitas no antigo Convento de Sant'Anna, considerado o maior convento feminino da capital nos séculos XVII e XVIII.
A descoberta foi “surpreendente”, afirmam, dado o valor e a raridade das peças – uma delas, uma taça de porcelana chinesa com motivos eróticos, parece ser única no mundo. Os investigadores concluíram que as freiras deste convento viviam em ambiente de luxo, provinham de famílias nobres e tinham as suas próprias criadas.
Bibliografia consultada em:
http://www.monumentos.pt/site/app_pagesuser/SitePageContents.aspx?id=08a335ea-db85-4fdd-862b-fe6e623e44a8
http://maislisboa.fcsh.unl.pt/fcsh-lisboa/
http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/OBRAS/Ocidente/1880/N59s/N59s_item1/P9.html

Igreja do Convento de Santana, porta lateral para

Igreja do Convento de Sant'Anna, porta lateral para a antiga rua do Convento de Sant'Anna, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Atlas da carta topográfica de Lisboa, n.º 28, 18

Atlas da carta topográfica de Lisboa, n.º 28, 1858, de Filipe Folque, in A.M.L.

Igreja do convento de Santa Ana, porta principal q

Igreja do convento de Sant'Anna, porta principal que abria para a antiga travessa da Portaria das Freiras de Sant'Ana, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

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Igreja do convento de Sant'Anna, com a seguinte legenda "Parte da antiga egreja que escapou ao terremoto de 1755 e que por muitos annos a parochia alli estabelecida applicara a cemiterio de pobres e onde como tal foi enterrado Luiz de Camões que depois da construção da nova egreja ficou sendo chamado- Côro de baixo.", foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

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O Ocidente : revista ilustrada de Portugal e do estrangeiro, Suplemento ao N.º 59 ( 10 Jun. 1880 )

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O Ocidente : revista ilustrada de Portugal e do estrangeiro, Suplemento ao N.º 59 ( 10 Jun. 1880 )

Igreja do convento de Sant'Anna, início séc.XX,

Igreja do convento de Sant'Anna, início séc.XX, foto de Leilão Soares e Mendonça, in a.f. C.M.L.

 

Ermida de Santo Amaro

Situada no Alto de Santo Amaro, num planalto da parte ocidental da cidade, a Ermida de Santo Amaro, desfruta de um dos mais belos panoramas, dos vários com que Lisboa nos presenteia.
A ermida, que está classificada como monumento nacional, é um dos mais originais de Lisboa, devido ao seu traçado.

As portas do adro são fechadas com portões de ferro forjado do séc. XVIII. A galeria tem assentos de cantaria junto às paredes, e dois altares laterais encostados ao muro de contorno do templo.
As paredes são revestidas com azulejos, do primeiro terço do séc. XVII.
A  Sala de Oração possui dois altares colaterais de madeira, o do lado do Evangelho com a imagem de S. João Baptista, e o da banda da Epístola com a de Santa Bárbara.
Sobre a porta principal de entrada da sala de oração está a seguinte inscrição:

COMECOVSE A EDIFICAR ESTA ERMIDA DE SANTO
AMARO A DOZE DIAS DE FRO DO ANO DE 1549
E AVIA SETE ANOS QVE HERA AQVI EDIFIQVADA
A QVE AGVORA SERVE DE SAMCRISTIA

A Capela-mor é coberta com uma abobada semiesférica, no altar-mor está uma imagem do Santo Padroeiro da Ermida, em altar de madeira com obra de talha.
Foi encerrada, profanada e roubada após a implantação da Republica em 1910, e restituída ao culto em 15 de Janeiro de 1927.

Ermida de Santo Amaro, 1959, foto de Armando Serô

Ermida de Santo Amaro, 1959, foto de Armando Serôdio, in a.f. C.M.L.

Adro da ermida de Santo Amaro, 1967, foto de Artur

Adro da ermida de Santo Amaro, 1967, foto de Artur Inácio Bastos, in a.f. C.M.L.

Ermida de Santo Amaro, ant. 1910, foto de Paulo Gu

Ermida de Santo Amaro, ant. 1910, foto de Paulo Guedes, in a.f. C.M.L.

Ermida de Santo Amaro, interior, 1964, foto de Arm

Ermida de Santo Amaro, interior, 1964, foto de Armando Serôdio, in a.f. C.M.L.

Ermida de Santo Amaro, interior, 1964, foto de Arm

Ermida de Santo Amaro, interior, 1964, foto de Armando Serôdio, in a.f. C.M.L.

 

Jardim das Amoreiras

"Nunca passo por esta ridente praçazinha ajardinada, cercada de prédios de um só andar, freqüentada quási só dos bairristas que parece olharem desconfiados a gente que se atreve a invadir o seu domínio, que me não imagine num logradoiro provinciano. Se há jardim que, em Lisboa, seja privativo de um bairro, é êste". É desta forma que Matos Sequeira no seu "Depois do terremoto; subsídios para a história dos bairros ocidentais de Lisboa", Vol. IV, se refere ao Jardim das Amoreiras, actual Jardim Marcelino de Mesquita.
Toda esta zona antes de 1759, era ocupada por quintas e terras de cultivo. Em 1759, com a necessidade de construir um bairro para os fabricantes de tecidos de seda, foi escolhido o local, e traçado um plano pelo engenheiro Carlos Mardel, para a construção do mesmo. Foi este concluído e assinado em 4 de Março de 1759. Todo o bairro seria para os fabricantes, e por conta da Fábrica haviam de construir-se casas com localização, nas ruas que faziam frente ao pórtico a arcos das Águas Livres.

Jardim das Amoreiras, sd, foto de Paulo Guedes, in

Jardim das Amoreiras, s/d, foto de Paulo Guedes, in a.f. C.M.L.

Jardim das Amoreiras e a fábrica de tecidos de se

Jardim das Amoreiras e a fábrica de tecidos de seda, 1961, foto de Arnaldo Madureira, in a.f. C.M.L.

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Jardim das Amoreiras e a Ermida de Nossa Senhora de Monserrate, 1938, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Jardim das Amoreiras, 1967, foto de Artur Inácio

Jardim das Amoreiras, 1967, foto de Artur Inácio Bastos, in a.f. C.M.L.

Travessa de S. João da Praça

"...motivos attendiveis pelos quaes pretendem que seja alterada a denominaçáo d'aquella localidade, e substituida por outra, que considerem de maior conveniencia para augmento do valor dos predios n'ella existentes, e conformando-me com as respostas da camara municipal de Lisboa, favoraveis ás pretensões dos supplicantes...", estes foram os termos utilizados por D. João Pedro da Camara, servindo de governador civil, para em edital de 17 de Outubro de 1863, alterar o nome de Beco das Moscas, para Travessa de S. João da Praça.
Artéria que faz a ligação entre a Rua do Caís de Santarém, e a Rua de São João da Praça, a Travessa de S. João da Praça é conhecida pelos seus arcos. Ostentava um nome pouco apelativo, pelo que os proprietários de edifícios aí existentes, fizeram uma petição à Câmara Municipal para alteração do mesmo, no que foram atendidos. Esta pretensão era acompanhada de uma outra de igual teor, que teve o mesmo desfecho, relativo à Rua do Chinelo, na freguesia de Santos o Velho, que se passou a denominar Travessa Nova de Santos em edital da mesma data.

Arcos da travessa de São João da Praça, foto de

Arcos da Travessa de São João da Praça, foto de Fernando Martinez Pozal, 1947, in a. f. C.M.L.

Arcos da Travessa de São João da Praça, 1901, f

Arcos da Travessa de São João da Praça, 1901, foto de Machado & Souza, in a. f. C.M.L.

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Travessa de São João da Praça, do lado esquerdo pode observar-se uma caravela foreira, foto de Fernando Martinez Pozal, 1953, in a. f. C.M.L.

aCaravela foreira no nº 4 da travessa de São Jo

Caravela foreira no nº 4 da Travessa de São João da Praça, s/d, foto de Eduardo Portugal, in a. f. C.M.L.

aTravessa de São João da Praça, foto de Machado

Travessa de São João da Praça, s/d, foto de Machado & Souza, in a. f. C.M.L.

aTravessa de São João da Praça, foto de Machado

Travessa de São João da Praça, s/d, foto de Machado & Souza, in a. f. C.M.L.

aTravessa de São João da Praça, foto de Machado

Travessa de São João da Praça, s/d, foto de Machado & Souza, in a. f. C.M.L.

aTravessa de São João da Praça, sd, foto de Jos

Travessa de São João da Praça, s/d, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a. f. C.M.L.

 

O forte de Santa Apolónia

O forte de Santa Apolónia situava-se dentro da quinta do Manique (nome que lhe ficou por ter pertencido no meado do séc. XIX, ao Visconde de Manique), e a sua função era proteger o acesso a Lisboa, de um inimigo que viesse pelo lado oriental, pelas estradas de Chelas, de Sacavém e Olivais.
O facto de nunca ter sido concluído, associado ao facto de nunca ter sido utilizado em qualquer acção defensiva, talvez ajude a explicar o seu relativo desconhecimento, e consequente abandono.
Na planta apresentava-se com uma forma pentagonal, e com uma área de 8.044 metros quadrados, construido em alvenaria e com paramentos reforçados a cantaria nos seus cunhais, ficou contudo incompleta a sua construção, e hoje em dia só se encontram visíveis ruínas das suas paredes no canto Sul/Este, a base da antiga guarita situada nesse ângulo, a parede Este, a base da guarita onde termina a parede Este, e ela se desvia para o topo do pentágono a Norte, e parte dessa parede.
O forte ou baluarte de Santa Apolónia (também apelidado de bateria do Manique), fazia parte de uma linha de defesa mandada construir por decreto de 11 de Março de 1652.

O baluarte ou forte de Santa Apolónia, 1942, foto

O baluarte ou forte de Santa Apolónia, 1942, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Planta Topográfica de Lisboa 13 I, 1909, de Alber

Planta Topográfica de Lisboa 13 I, 1909, de Alberto de Sá Correia

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 Planta  in "Dispersos" vol. I, de Augusto Vieira da Silva, a azul as ruínas actualmente existentes do Forte de Santa Apolónia

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in "Dispersos" vol. I, de Augusto Vieira da Silva

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in "Dispersos" vol. I, de Augusto Vieira da Silva

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Foto do sítio da C.M.L. - http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/forte-ou-baluarte-de-santa-apolonia-restos

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 Foto do sítio da C.M.L. - http://www.cm-lisboa.pt/equipamentos/equipamento/info/forte-ou-baluarte-de-santa-apolonia-restos

 

 

Tollan

"Esta manhã, frente ao Jardim do Tabaco"
"Quatro mortos no Tejo num choque entre cargueiros"
Estes eram os títulos do "Diário de Lisboa", de 16 de Fevereiro de 1980, que noticiavam o acidente entre o porta contentores Tollan, de bandeira britânica e o navio sueco Barranduna. As causas apontadas nesse dia para o ocorrido, foram o denso nevoeiro, e o excesso de carga por parte do Tollan.
A 3 de Dezembro de 1983, três anos e oito meses e meio depois, o Tollan, voltava à sua posição natural com a "ajuda" de uma empresa alemã, pela qual o estado desembolsou na altura, qualquer coisa como 128 mil contos (640.000 euros).
Entre as duas datas, o Tollan tornou-se roteiro turístico, tema de anedotas, e mesmo nome adoptado por alguns estabelecimentos.

Pormenor de uma fragata em redor dos destroços do

Pormenor de uma fragata em redor dos destroços do navio MV Tollan, naufragado ao largo da doca do Jardim do Tabaco em Lisboa, a 16 Fevereiro 1980. ALFREDO CUNHA-LUSA PRT Lisboa LUSA © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

Marinheiro observa os destroços do navio MV Tolla

Marinheiro observa os destroços do navio MV Tollan, naufragado ao largo da doca do Jardim do Tabaco em Lisboa, a 16 Fevereiro 1980. ALFREDO CUNHA-LUSA PRT Lisboa LUSA © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

Operação do resgate dos corpos das vítimas do n

Operação do resgate dos corpos das vítimas do naufrágio do navio Tollan, no rio Tejo, em Lisboa, depois de embater contra o navio sueco Barraduna, há três dias. Lisboa, 19 de fevereiro de 1980 Manuel Moura-LUSA PRT LISBON LUSA © 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

Tollan, Um cacilheiro que fazia a ligação de Lis

Tollan, Um cacilheiro que fazia a ligação de Lisboa a Cacilhas, encalhado nas amarras, naufragado no Tejo, a 22 de outubro de 1980 Alfredo Cunha - Lusa PRT Lisboa LUSA © 2012 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

Tollan, 3 de Dezembro de 1983, Arquivo Lusa.jpeg

Tollan, 3 de Dezembro de 1983, MANUEL MOURA - LUSA PRT LISBON LUSA © 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

Tollan, 3 de Dezembro de 1983, MANUEL MOURA - LUSA

Tollan, 3 de Dezembro de 1983, MANUEL MOURA - LUSA PRT LISBON LUSA © 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

Convento de Santa Teresa de Jesus

O Convento de Santa Teresa de Jesus, em Carnide foi fundado em 1642 pela Princesa Micaela Margarida, filha de Rodolfo II, imperador Austríaco, e era destinado às freiras carmelitas descalças.
A princesa e madre Micaela Margarida, morre no convento em 1663, e aí foi sepultada.
A infanta D. Maria filha natural de D. João IV, foi educada neste convento, para onde entrou de pouca idade, em 1649. Ali viveu recolhida até 1693, ano de sua morte, mas sem professar. Também ela aí foi sepultada. Esta infanta mandou reedificar a igreja e o mosteiro, que alargou, dotando-o com muitas rendas para a sua manutenção e enriquecendo-o com jóias valiosas.
Neste convento realizou-se a cerimonia, na presença da família real e da corte, do reconhecimento da mesma infanta D. Maria como filha de D.João IV.
Em 1891, com a morte da última religiosa, Madre Matilde Maria de São José, o convento de Carnide encerra as suas portas e o Estado toma posse do edifício.
A 13 de Julho de 1913, depois de algumas reparações, inaugurou-se neste convento a Albergaria de Lisboa, cerimónia, presidida pelo Chefe de Estado, Manuel de Arriaga, acompanhado de outras individualidades.
Em 1929 o Reverendo José Governo compra o edifício para aí instalar o Asilo de Velhinhas de Palhavã.
Em 1949 o convento passa a ser propriedade da Confraria de São Vicente de Paulo.

Convento de Santa Teresa de Jesus, 1945, foto de E

 Igreja do Convento de Santa Teresa de Jesus, 1945, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Convento de Santa Teresa de Jesus em Carnide, pain

Convento de Santa Teresa de Jesus em Carnide, painel de azulejos, 1960, foto de Armando Serôdio, in a.f. C.M.L.

Convento de Santa Teresa de Jesus em Carnide, pain

Convento de Santa Teresa de Jesus em Carnide, painel de azulejos, 1960, foto de Armando Serôdio, in a.f. C.M.L.

Convento de Santa Teresa de Jesus em Carnide, pain

Convento de Santa Teresa de Jesus em Carnide, painel de azulejos, 1960, foto de Armando Serôdio, in a.f. C.M.L.

Convento de Santa Teresa de Jesus em Carnide, pain

Convento de Santa Teresa de Jesus em Carnide, painel de azulejos, 1960, foto de Armando Serôdio, in a.f. C.M.L.

Convento de Santa Teresa de Jesus, alpendre da por

Convento de Santa Teresa de Jesus, alpendre da portaria, anos 50, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Convento de Santa Teresa de Jesus, em Carnide, c.

Convento de Santa Teresa de Jesus, em Carnide, c. 1960, foto de Arnaldo Madureira, in a.f. C.M.L.

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O Ocidente : revista ilustrada de Portugal e do estrangeiro, N.º 1245 ( 30 Jul. 1913 )

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 O Ocidente : revista ilustrada de Portugal e do estrangeiro, N.º 1245 ( 30 Jul. 1913 )

Escadas José António Marques

Por um oficio relativo à expropriação de um terreno pertencente à cerca do Convento das Albertas, para alargamento da serventia entre as Escadas José António Marques e a Rua de S.Francisco de Paula (actual Rua Presidente Arriaga), ficamos a saber que em 1887, já se desenvolviam as obras para a construção da referida Escadaria.
De acordo com outro oficio da mesma época, ficamos também a saber que os terrenos situados ao lado da dita Escadaria, eram pertença do Município.

Escadas José António Marques junto ao Palácio

Escadas José António Marques, s/d, foto de Paulo Guedes, in a.f. C.M.L.

Ofício relativo à expropriação de terreno na R

Ofício relativo à expropriação de terreno na Rocha do Conde de Óbidos, 1887, in A.M.L.

Ofício relativo aos terrenos municipais na Rocha

Ofício relativo aos terrenos municipais na Rocha do Conde de Óbidos, 1888, in A.M.L.

Planta do terreno que é necessário expropriar da

Planta do terreno que é necessário expropriar da cerca do Convento das Albertas para alargamento do Beco da Rocha, 1887, in A.M.L.

Planta com a indicação dos terrenos municipais q

Planta com a indicação dos terrenos municipais que ladeiam a escadaria da Rocha do Conde de Óbidos, 1888, in A.M.L.

Escadas José António Marquesm ant. 1958, foto de

Escadas José António Marques, ant. 1958, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Escadas José António Marques, 1945, foto de Fern

Escadas José António Marques, 1945, foto de Fernando Martinez Pozal, in a.f. C.M.L.

Escadas José António Marquesm ant. 1958, foto de

 Escadas José António Marques, ant. 1958, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

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