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Paixão por Lisboa

Espaço dedicado a memórias desta cidade

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Casa das Varandas

Construção do século XIX, coroada de ática e com varandas de sacada, com varões de mó, estilo Dom João V. O prédio das varandas foi construido, como hoje se apresenta, em 1805. O edifício inicial remonta ao século XVI, tendo sido destruido pelo terramoto de 1755 e depois de restaurado foi novamente destruido por um incêndio em 1781

 

Casa das Varandas, foto de Artur Pastor, in a.f. C

Casa das Varandas, foto de Artur Pastor, in a.f. C.M.L.

"Prédio contíguo,localizado a nascente da Casa dos Bicos,cuja edificação data do séc. XVI,recomendada por
D. Manuel I,em Carta de 1508,no local de 'hum chão' (actual R. dos Bacalhoeiros).Há conhecimento que
estes edifícios sofreram restauros e possíveis acrescentos,durante os anos 40 do séc. XVIII,por parte de
D. Rodrigo de Menezes.Após o terramoto de 1755,que afectou muito as suas fachadas,sobreviveram apenas as
cantarias das lojas,das sobrelojas e dos três andares,preenchidos por nove varandas de balaústres em
ferro,cada uma associada a janela de lintel,friso e cornija,ao gosto setecentista (ex:dupla e recta e de
chaveta),tendo sido objecto de reconstrução,em 1761,por Francisco Crespo.Finalmente,depois de um
incêndio,assistiu-se à intervenção de 1803-1805,por parte de Domingos José de Sousa,onde foram
acrescentados dois andares,de varanda corrida de base rectangular,os quais fizeram a ligação dos dois
prédios,aproveitando paredões e elementos ornamentais existentes.Temos,assim,por um lado,o prédio da
porta nº6B e montras envidraçadas dos nºs 6,6C e 6D da R. dos Bacalhoeiros,com serventia dos andares
através da R. Afonso de Albuquerque e,por outro lado,o prédio das quatro portas contíguas à Casa dos
Bicos, nºs 8A,8B,8D e 8C (montra),com acesso aos andares pelo nº8,porta esta que se distingue por possuir
um lintel ou moldura superior abaulada,semelhante ao das janelas localizadas por cima,sobre o qual se
inscreve uma dupla cornija recta de cantaria,e cujas varandas sobrepostas apresentam balaustradas
rectas,que diferem das restantes abauladas,estando delimitadas,verticalmente,por pilastras lisas de
cantaria,o que contribui para quebrar de forma harmoniosa o ritmo desta fachada.Trata-se,portanto,de uma
peça arquitectónica que associa elementos formais de arquitectura erudita a uma composição de fachada sem
hierarquização de pisos ou de fenestração,traduzindo uma uniformização e repetitividade de composição."
in http://www.cm-lisboa.pt/en/equipments/equipment/info/casa-das-varandas

Casa das Varandas, foto Estúdios Mário Novais.jp

Casa das Varandas, foto Estúdio Mário Novais, in a.f. C.M.L.

Planta da casa das varandas com a divisão dos Pra

Planta da casa das varandas com a divisão dos Prazos, 1941, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Casa das Varandas e Casa dos Bicos, 1941, foto de

Casa das Varandas e Casa dos Bicos, 1941, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Procissão do Corpo de Deus

"Celebrada em Lisboa, a festa do Corpo de Deus incluiu a Procissão, pela primeira vez, em 1389. Eram os tempos da consolidação da autonomia face a Castela e do bom ambiente criado pelas vitórias bélicas de Nuno Álvares e da influência cultural britânica (a ponto de S. Jorge - devoção inglesa, vencedor do Mal, do Dragão - ser considerado Padroeiro de Portugal).
Por isso, à solenidade do Corpus Christi juntou-se a festa de S. Jorge. Desta junção, resultou a magnificência da Procissão da capital. A festa chegou a atingir surpreendente grandiosidade no tempo de D. João V, incorporando a Procissão incorporava, desde logo, as associações socioprofissionais e também as delegações das diversas Ordens Religiosas de Lisboa (Agostinhos, Beneditinos, Dominicanos, Franciscanos, Ordem de Cristo...) e militares. No cortejo, avultava a figura de S. Jorge a cavalo e a Serpe, ou dragão infernal (do tipo chinês, locomovido por figurantes), contra o qual S. Jorge lutava."
in http://www.snpcultura.org/arquivo_vemos_ouvimos_e_lemos_procissao_do_corpo_de_deus_na_baixa_de_lisboa.html

Procissão do Corpo de Deus à saída da Sé.jpg

Procissão do Corpo de Deus à saída da Sé, foto de Johua Benoliel, in a.f. C.M.L.

Procissão do Corpo de Deus. Dom Manuel II, o infa

Procissão do Corpo de Deus. Dom Manuel II, o infante Dom Afonso e o presidente da Câmara Municipal de Lisboa pegam nas varas do pálio. O rei com o manto de Sâo Tiago, 21 Junho 1908, foto de Johua Benoliel, in a.f. C.M.L.

Procissão do Corpo de Deus.jpg

 Procissão do Corpo de Deus, fotógrafo n/i, in a.f. C.M.L.

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