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Paixão por Lisboa

Espaço dedicado a memórias desta cidade

Paixão por Lisboa

Espaço dedicado a memórias desta cidade

Campo Grande

<<Tambem se lhe deve (ao ministro do tempo de D. Maria I, D. Rodrigo de Sousa Coutinho) a reducção do inculto Campo Grande a hum bello passeio plantado de arvoredos, que fará o recreio, e mesmo hum objecto de saude para o publico>>
"Recordaçoens", Jacome Ratton, 1813

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Panorâmica do Campo Grande, foto de Paulo Guedes, in a.f. C,M.L.

Avenida das Palmeiras, no jardim do Campo Grande,

Avenida das Palmeiras, no jardim do Campo Grande, s/d,fotógrafo n/i, in a.f. C.M.L.

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 Planta Topographica do Passeio do Campo Grande, entre 1800 e 1850, http://purl.pt/27561/2/

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Vista aérea do Campo Grande, 1934, foto de Pinheiro Correia, in a.f. C.M.L.

Antiga casa José Alexandre

"Ainda nas lojas d'este prédio fica uma casa das mais antigas de Lisboa. É o que foi estabelecimento do sr. José Alexandre Ferreira e que pertence hoje ao sr. Oliveira. Occupa todo o espaço que fica da antiga casa Béra para cima, tornejando ainda para a calçada do Sacramento...O sr. José Alexandre Ferreira lançou em Lisboa, o commercio de objectos de luxo estangeiros, no que respeita a <<ménage>>. Ninguém possuia melhores metaes, melhores <<cristofles>> e melhores loiças.
As suas collecções de objectos meudos - d'essas pequenas ninharias que são indispensaveis em todas as casas de tratamento - eram notaveis. A casa José Alexandre Ferreira, que rapidamente ganhou fama de honestissima, não impingindo nunca gato por lebre, attrahiu e conservou durante largos annos a melhor clientela lisboeta."
in A Capital : diario republicano da noite, N.º 2124 (14 Jul.)

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Antiga Casa José Alexandre, 1966, foto de Casa Fotográfica Garcia Nunes, in a.f. C.M.L.

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O Chiado a partir do Palácio Barcelinhos, entre 1886 e 1889, no canto inferior direito a antiga casa José Alexandre, foto de Casa Fotográfica Garcia Nunes, in a.f. C.M.L.

Padrão do Chão Salgado

"A Memória do Chão Salgado
Os habitantes de Belem pedem que se faça pôr em destaque esse monumento
A junta de parochia de Belem composta dos srs. Francisco Gomes, presidente, Alfredo Paes, vice-presidente, José Francisco dos Santos, thesoureiro e Miguel Felix dos Santos, secretario, acompanhados de varios commerciantes, industriaes e proprietarios, entregou hoje uma representação ao sr. dr. Levy Marques da Costa, presidente da comissão executiva da camara municipal, na qual se diz, depois de varios considerandos:
<<E foi pensando assim que os signatarios d'este documento, habitantes e commerciantes de Belem, resolveram, com a maxima consideração e respeito, dirigir-se a v. ex.ª, solicitando-lhe a expropriação immediata de uns predios que, como v. ex.ª muito bem sabe, foram edificados indevidamente, para occultarem um monumento mandado erigir pelo Marquez de Pombal, em comemoração do attentado contra o rei D. José, e que se encontra em um bêco escuro e immundo, conhecido pelo Chão Salgado.
A situação topographica de tão notavel padrão é humilhante para todos os que se presam e v. ex.ª e a ex.ma Camara, de que v. ex.ª é meretissimo presidente e a propria Republica, como percursora dos grandes emprehendimentos em prol da sua Patria, prestando esta justa homenagem a um dos maiores vultos do seculo XVIII, dotarão Belem arteria importante da cidade de Lisboa, com mais um monumento, cuja simplicidade de linhas e valor historico muito interessa aos seus conterraneos.>>
O sr. dr. Levy Marques da Costa respondeu que se ia interessar pelo assumpto, tanto mais que já havia tomado essa iniciativa, que foi approvada pela Camara."
in A Capital : diario republicano da noite, N.º 2123 (13 Jul.)

Padrão do Chão Salgado, 1966, foto de Armando Se

Padrão do Chão Salgado, 1966, foto de Armando Serôdio, in a.f. C.M.L.

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Padrão do Chão Salgado, anos 60, foto Horácio Novais, in a.f. C.M.L.

Padrão do Chão Salgado, anos 50, foto de Fernand

Padrão do Chão Salgado, anos 50, foto de Fernando Martinez Pozal, in a.f. C.M.L.

Arsenal do Exército

"O Arsenal do Exercito. Não escreverei a sua historia completa, porque não a sei; mas sempre darei algumas novidades velhas.
N'esse sitio é que el-Rei D. Manuel (palavras de Damião de Goes) <<começou as tercenas da Porta da Cruz, as quaes mandou fazer para n'ellas se guardar e fundir artilheria>>.
Tercena, tarracena, terracena, teracena ou tarrecena (que d'estes cinco modos se acha orthographado o vocabulo), significava armazem. Tercenas foram tanto os vastos armazens de viveres, como os de utensis nauticos.
Havia em Lisboa varias tercenas; as d'el-Rei D.Manuel eram chamadas <<das Portas da Cruz>>; e por se fundirem aqui os canhões, deram nome ao sitio, que ainda hoje se chama a Fundição.
No tempo da dominação intrusa, a Fundição era destinada á fabricação de armas para a guarnição castelhana. O que é hoje o Arsenal do Exercito, chamava-se vulgarmente a <<Fundição dos Castelhanos>>.
Vinte annos depois, em 1646, quando o viajante francez Monconys visitou este Arsenal, estava-se guarnecendo. Ainda lá não havia, segundo o dito escriptor, senão um milheiro, pouco mais ou menos, de pares de armas para os piquiers (soldados armados de piques, ou lanças). Tinham-se fundido vinte e sete canhões, e estavam já formados uns quatorze, promptos a fundir.
No meio do seculo XVIII menciona-o João Baptista de Castro, chamando-lhe <<famoso Arsenal, ou armazem, disposto com tão boa ordem e arrimação, que excede aos melhores da Europa>>. Diz que lhe deu principio o Tenente General de Artilheria Fernando de Chegaray; continuou-o o zêlo de Amaro de Macedo, e por ultimo o do tenente General Manuel Gomes de Carvalho.
Hoje aquella serie de salões artisticamente adornados de armas, e como que promptos á primeira voz do clarim das batalhas, é um dos pontos visitados pelos estrangeiros e provincianos. Merece-o.
O asseio e alinho dos tropheus, os enfeites artisticos que ali se observam, tectos, doirados, azulejos, retratos, tudo fórma o conjuncto mais agradavel; é pena que esse Arsenal não esteja em certos dias patente ao publico de todas as classes; seria diversão, e ensinamento."
in "A Ribeira de Lisboa" de Júlio de Castilho

Largo do Museu de Artilharia, 1906, foto de Machad

Largo do Museu de Artilharia, 1906, foto de Machado & Sousa, in a.f. C.M.L.

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http://purl.pt/12547/2/

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http://purl.pt/6117/3/

Museu Militar, antigo Arsenal do Exército, 191-,

Museu Militar, antigo Arsenal do Exército, 191-, foto de Joshua Benoliel, in a.f. C.M.L.

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Museu Militar, Arsenal do Exército,fotógrafo n/i, in a.f. C.M.L.

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Museu de Artilharia, foto de Alberto Carlos Lima, in a.f. C.M.L.

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Museu de Artilharia, sala Dona Maria II, foto de Alberto Carlos Lima, in a.f. C.M.L.

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Museu de Artilharia, sala Dom José I, foto de Alberto Carlos Lima, in a.f. C.M.L.

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Museu Militar, antigo Arsenal do Exército, 191-, foto de Joshua Benoliel, in a.f. C.M.L.

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Museu Militar, 1949, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

 

Poço do Borratém

"O topónimo Borratém, evolução provável duma árabe <<fonte da Figueira>>, designou inicialmente o poço, hoje oculto no interior de um prédio pombalino.
Não está determinada a época em que Lisboa começou a utilizar a água deste poço e das bicas que o servem. Existe já nas estatística de 1552, onde é referido como <<fonte de grandíssima água e boa>>.
Antes de 1755, o poço do Borratém ocupava uma zona de grande azáfama citadina. Basta lembrarmo-nos que era ali perto o Hospital Real de Todos os Santos, a feira semanal do Rossio e uma das igrejas mais frequentadas de Lisboa: S. Domingos. Sobreviveu o poço ao terramoto, para lhe tecerem a pior fama.
Em 1840, o poço foi revestido com nova tampa e quatro baldes para dois alçapões.
Com o novo século e a fama bastante denegrida, parecia óbvio que também o poço do Borratém desapareceria, nas demolições da Praça da Figueira e daquela zona da Mouraria. Milagrosamente, o quarteirão sobreviveu. No prédio que albergava as bicas foi então descerrada uma placa evocativa. Anos mais tarde, transformadas as portas em montras de lojas, não voltaram os acessos ao poço a abrir-se para o público em geral."
in "Lisboa Desaparecida" vol. 5, de Marina Tavares Dias

Chafariz no Poço do Borratém, 1954, foto de Fern

Chafariz no Poço do Borratém, 1954, foto de Fernando Martinez Pozal, in a.f. C.M.L.

Atlas da carta topográfica de Lisboa, n 43, Filip

Atlas da carta topográfica de Lisboa, n 43, Filipe Folque, in A.M.L.

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 Chafariz do Poço do Borratém, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Poço do Borratém, foto de António Castelo Branc

Poço do Borratém, foto de António Castelo Branco, in a.f. C.M.L.

Chafariz no Poço do Borratém, 1954, foto de Fern

Chafariz no Poço do Borratém, 1954, foto de Fernando Martinez Pozal, in a.f. C.M.L.

Chafariz do Poço do Borratém, 1951, foto de Edua

Chafariz do Poço do Borratém, 1951, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

 

O Colégio de Campolide

"Foi seu fundador o celebre padre Carlos João Rademaker, esse famoso missionario de ascendencia hollandeza, por seu avô, nasceu em Lisboa em 1828, no antigo palacio do correio geral, aos Paulistas. Era filho do conselheiro José Basilio Rademaker, que foi nosso ministro plenipotenciario em Italia. Recebeu a ordenação de presbytero em 51, começando desde logo a sua fama de orador sagrado.
O collegio só definitivamente se installou em Campolide em junho de 58, na Quinta da Torre que pertenceu ao poeta João de Lemos. A parte primitiva tem pouco a pouco desapparecido, e os melhoramentos succedem-se de anno para anno. Desde 1858 teem-se operado grandes transformações. O edificio impõe-se pela grandeza, asseio, condições hygienicas, processo de ensino moderno, admiravelmente orientado.
Muitos nomes conhecidos figuram entre os d'essa grande legião de traquinas que se fizeram homens em Campolide."
in Brasil-Portugal : revista quinzenal illustrada, N.º 122, 16 de Fev. 1904

Colégio de Campolide e panorama do aqueduto das

Colégio de Campolide e panorama do aqueduto das Águas Livres e serra de Monsanto, c. 1905, foto de Paulo Guedes, in a.f. C.M.L.

Planta Topográfica de Lisboa 9 K, 1909, de Albert

Planta Topográfica de Lisboa 9 K, 1909, de Alberto de Sá Correia, in A.M.L.

Planta Topográfica de Lisboa 8 K, 1909, de Albert

Planta Topográfica de Lisboa 8 K, 1909, de Alberto de Sá Correia, in A.M.L.

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 Colégio de Campolide, fotógrafo n/i, s/d, in a.f. C.M.L.

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Colégio de Campolide, foto de Joshua Benoliel, in a.f. C.M.L.

Colégio de Campolide, post 1910, foto de Alberto

Colégio de Campolide, post. 1910, foto de Alberto Carlos Lima, in a.f. C.M.L.

Ermida ou Capela de Nossa Senhora da Saúde

"A Capela de Nossa Senhora da Saúde foi fundada em 1505 pelos artilheiros da cidade de Lisboa, sendo então dedicada a São Sebastião, santo que em Portugal foi destinatário de grande devoção, uma vez que era protector dos males como a guerra, a fome, e sobretudo, a peste.
Em Outubro de 1569, D. Sebastião pediu ao Senado de Lisboa que, face ao elevado número de mortos que grassava na capital, nesse ano, devido às epidemias, se erguesse um templo dedicado ao mártir São Sebastião, ordenando dois meses depois que o mesmo fosse construído na Mouraria, onde existia já a ermida. Na verdade, embora tivesse sido designado o arquitecto Afonso Álvares para executar a planta da nova igreja, esta nunca chegaria a ser erguida, devido à morte prematura do rei.
Em 1570, fundava-se a Irmandade da Senhora da Saúde, sediada no Colégio dos Meninos Órfãos, onde ficava guardada a imagem da padroeira. Saindo pela primeira vez nesse mesmo ano, a procissão da Senhora da Saúde ganhou grande tradição, tornando-se uma das mais importantes manifestações religiosas na capital.
No ano de 1661, por desentendimentos com a direcção do Colégio dos Meninos Orfãos, os membros da irmandade da Senhora da Saúde decidiram construir um templo próprio. Os artilheiros de Lisboa ofereceram então guarida à irmandade na sua capela da Mouraria; esta aceitou, na condição de o orago passar a ser dedicado à Senhora da Saúde. Assim, as duas irmandades fundiram-se numa só, e em 1662 a imagem da nova padroeira entrou em definitivo na capela.
Em 1705 a irmandade contratava o arquitecto João Antunes para refazer o templo, sendo da sua autoria a fachada barroca, nomeadamente o portal de linguagem erudita, com aletas. A planta é composta pela nave única, coberta por abobada estucada e ornamentada com pintura, à qual se justapõem a capela-mor e a sacristia. Do programa decorativo, destaca-se ainda o silhar de azulejo azul e branco que decora a nave, com figurações bíblicas, atribuído à oficina de António de Oliveira Bernardes.
O terramoto de 1755 pouco danificou o templo, pelo que depois da catástrofe reconstruiu-se o frontão da fachada, de estrutura simples, integrando uma pedra com as iniciais A.M. coroadas, que significam Ave Maria, e a capela-mor. Esta é coberta por abóbada de aresta e totalmente revestida de talha rococó polícroma, com trono ao centro, que alberga a imagem da padroeira."

in  http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/71835

Ermida de Nossa Senhora da Saúde, na antiga rua d

Capela de Nossa Senhora da Saúde, na antiga rua da Mouraria, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Arquivo da Irmandade de Nossa Senhora da Saúde, A

Arquivo da Irmandade de Nossa Senhora da Saúde, Avé-Maria dedicada à Virgem Santíssima da Saúde, foto de Armando Serôdio, in a.f. C.M.L.

Ermida de Nossa Senhora da Saúde, 1902, foto de M

Ermida de Nossa Senhora da Saúde, 1902, foto de Machado & Sousa, in a.f. C.M.L.

Ermida de Nossa Senhora da Saúde, 1958, foto de J

Ermida de Nossa Senhora da Saúde, 1958, foto de Judah Benoliel, in a.f. C.M.L.

Ermida de Nossa Senhora da Saúde, anos 50, foto d

Ermida de Nossa Senhora da Saúde, anos 50, foto de Judah Benoliel, in a.f. C.M.L.

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Panorâmica sobre o Martim Moniz, Artur Pastor, in a.f. C.M.L.

Panorâmica do Martim Moniz, 1862, foto de Judah.j

Panorâmica do Martim Moniz, 1962, foto de Judah Benoliel, in a.f. C.M.L.

 

Arco de Santo André

"O primeiro rebate que se deu da demolição do Arco de Santo André, foi ha tres anos, por constar que fôra comprado pela Companhia dos Carris de Ferro, para o demolir afim de facilitar a passagem do elevador da Graça por tracção electrica. Estava lavrada a sentença da demolição de mais este monumento historico da velha Lisboa...O rebate passou e o Arco continuou de pé; mas agora que volta a falar-se no caso com mais insistencia, é oportuno referirmos, o que de mais interessante o sr. Visconde de Castilho diz sobre este monumento historico que infelismente vai desaparecer:
<<O velho Arco de Santo André protesta em nome do passado, porque se acha intimamente ligado com a Historia de Portugal.>>
<<Não é aqui o logar de descrever a cêrca d'elrei D. Fernando I, cinta de pedra levantada como por milagre desde 1373 até 1375, sendo director de construcção João d'Almada; basta lembrar que essa cêrca livrou da invasão castelhana a cabeça da monarchia.>>
in O Ocidente : revista ilustrada de Portugal e do estrangeiro, N.º 1240 ( 10 Jun. 1913 )

Passo da Procissão dos Passos da Graça e arco de

Arco de Santo André, ant. 1915, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

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Atlas da carta topográfica de Lisboa Nº 37, de Filipe Folque, in A.M.L.

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 Arco de Santo André e o elevador da Graça, ant. 1915, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Arco de Santo André, fotógrafo ni, in a.f. C.M.L

Arco de Santo André, 1908, fotógrafo n/i, in a.f. C.M.L.

Praia dos Algarves

"O que vejo, porém, é que tres annos depois, em Julho de 1863, ainda a praia dos Algarves existia, visto que o Inspector geral do Arsenal do Exercito obtinha licença a fim de mandar armar ahi uma barraca para os banhos dos alumnos do collegio dos aprendizes do mesmo Arsenal.
Em meio de Fevereiro de 1865, com o rapido incremento das obras da estação, já se achava quasi terminado o aterro, e da antiga praia dos Algarves....restava o nome."
in "A Ribeira de Lisboa", de Júlio de Castilho

Largo dos Caminhos de Ferro, 1888.jpg

Largo dos Caminhos de Ferro e a Praia dos Algarves, 1888, fotógrafo n/i, in a.f. C.M.L.

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 Praia dos Algarves, 1888, fotógrafo n/i, in a.f. C.M.L.

Rio Tejo visto da chamada praia dos Algarves, 1898

 Rio Tejo visto da chamada praia dos Algarves, 1898, fotógrafo n/i, in a.f. C.M.L.

 

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