Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Paixão por Lisboa

Espaço dedicado a memórias desta cidade

Paixão por Lisboa

Espaço dedicado a memórias desta cidade

Escadas José António Marques

Por um oficio relativo à expropriação de um terreno pertencente à cerca do Convento das Albertas, para alargamento da serventia entre as Escadas José António Marques e a Rua de S.Francisco de Paula (actual Rua Presidente Arriaga), ficamos a saber que em 1887, já se desenvolviam as obras para a construção da referida Escadaria.
De acordo com outro oficio da mesma época, ficamos também a saber que os terrenos situados ao lado da dita Escadaria, eram pertença do Município.

Escadas José António Marques junto ao Palácio

Escadas José António Marques, s/d, foto de Paulo Guedes, in a.f. C.M.L.

Ofício relativo à expropriação de terreno na R

Ofício relativo à expropriação de terreno na Rocha do Conde de Óbidos, 1887, in A.M.L.

Ofício relativo aos terrenos municipais na Rocha

Ofício relativo aos terrenos municipais na Rocha do Conde de Óbidos, 1888, in A.M.L.

Planta do terreno que é necessário expropriar da

Planta do terreno que é necessário expropriar da cerca do Convento das Albertas para alargamento do Beco da Rocha, 1887, in A.M.L.

Planta com a indicação dos terrenos municipais q

Planta com a indicação dos terrenos municipais que ladeiam a escadaria da Rocha do Conde de Óbidos, 1888, in A.M.L.

Escadas José António Marquesm ant. 1958, foto de

Escadas José António Marques, ant. 1958, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Escadas José António Marques, 1945, foto de Fern

Escadas José António Marques, 1945, foto de Fernando Martinez Pozal, in a.f. C.M.L.

Escadas José António Marquesm ant. 1958, foto de

 Escadas José António Marques, ant. 1958, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Saldanha

Praça emblemática da capital, é uma das zonas que mais alterações conheceu ao longo da sua existência.
De zona para além da estrada da circunvalação no séc. XIX, passou a fazer parte do "moderno eixo central" em pleno séc. XXI. A Praça Duque de Saldanha teve também várias designações, foi Praça Mouzinho de Albuquerque e antes Rotunda das Picoas.
Terreno pertença de Maria Isabel Freire de Andrade e Castro, 2ª condessa de Camarido, onde existiu o seu Palácio, que ocupava o lado sudoeste da Praça do Duque de Saldanha e foi deixado pela Condessa ao Vaticano, nele esteve o Núncio Apostólico até 1929, altura em que passou a ser ocupado pelo Colégio Normal de Lisboa, até 1938. Demolido para a abertura do troço final da Av. da Praia da Vitória entre a Praça do Duque de Saldanha e a Av. Cinco de Outubro, permitiu também a construção de um dos mais importantes cinemas da capital o Cine-Teatro Monumental, inaugurado em 1951 e demolido em 1984.
Praça onde a estátua do Duque de Saldanha foi durante muitos anos o foco central, assistiu com o aumento da circulação automóvel, a uma cada vez menor importância dada ao monumento a Saldanha, passando este do centro de uma rotunda ajardinada, para um separador central em calçada, que em nada o beneficia.
Outros dos marcos desta praça era o conhecido "Prédio do Anjo", demolido quando desapareceu a sua última moradora corriam os anos 80 (ainda assistiu à demolição do seu vizinho cinema), para dar lugar ao "Atrium Saldanha".

Praça Duque de Saldanha, post. 1909, foto de Josh

Praça Duque de Saldanha, post. 1909, foto de Joshua Benoliel, in a.f. C.M.L.

Terrenos para venda na avenida Ressano Garcia12.jp

Terrenos para venda na avenida Ressano Garcia, na foto a seta assinala um dos terrenos pertencentes à Condessa de Camaride, onde se inseria o seu Palácio, in A.M.L.

Colégio Normal de Lisboa, 1938, foto de Eduardo P

Praça Duque de Saldanha e o Colégio Normal de Lisboa, 1938, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Colégio Normal de Lisboa, 1938, foto de Eduardo P

Colégio Normal de Lisboa, 1938, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Jardim da Nunciatura na praça Duque de Saldanha,

Jardim da Nunciatura na Praça Duque de Saldanha, ant. 1929, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Praça Duque de Saldanha e prolongamento da avenid

Praça Duque de Saldanha e prolongamento da avenida Praia da Vitória, 1945, foto de Roiz, in a.f. C.M.L.

Praça Duque de Saldanha e prolongamento da avenid

Praça Duque de Saldanha e prolongamento da avenida Praia da Vitória, 1945, foto de Roiz, in a.f. C.M.L.

Praça Duque de Saldanha, sd, foto de António Pas

Praça Duque de Saldanha, s/d, foto de António Passaporte, in a.f. C.M.L.

Cinema Monumental, 1952, foto de Firmino Marques d

Cinema Monumental, 1952, foto de Firmino Marques da Costa, in a.f. C.M.L.

Demoliçao do cinema Monumental 1984, foto da cole

Demolição do Cinema Monumental 1984, foto da coleção Carlos Lopes

Inauguração do monumento ao Duque de Saldanha, v

Inauguração do monumento ao Duque de Saldanha, vendo-se o prédio do Anjo, 1909, foto de Paulo Guedes, in a.f. C.M.L.

Avenida da República, após obras de pavimentaç

Avenida da República, após obras de pavimentação. Vê-se ao fundo a Praça Duque de Saldanha, 1967, foto de João Brito Geraldes, in a.f. C.M.L.

Praça Duque de Saldanha e avenida da República,1

Praça Duque de Saldanha e Avenida da República,1969, foto de Artur Inácio Bastos, in a.f. C.M.L.

Praça do Duque do Saldanha (©Guia da Cidade).JPG

Praça do Duque do Saldanha (©Guia da Cidade)

Vista do alto do novo Eixo Central de Lisboa. Imag

Vista do alto do novo Eixo Central de Lisboa. Image © Câmara de Lisboa Divulgação

 

 

 

 

O Monumento a Afonso de Albuquerque

Uma foto com a seguinte legenda "A escada magirus colocada para se proceder à limpeza do monumento a Afonso de Albuquerque", levou-me a uma descoberta ainda mais inquietante.

Se outrora já por aqui tinha feito referências ao pouco cuidado a legendar e a atribuir datas às fotos, mais grave é o facto de se desconhecer datas tão importantes como a inauguração de monumentos.

O Monumento a Afonso de Albuquerque que foi inaugurado no dia 3 de Outubro de 1902, surge na foto referente a essa mesma inauguração com a seguinte legenda "Inauguração do monumento a Afonso de Albuquerque - Data(s) 1901-10-03". Até se poderia pensar ter sido um erro por a tecla 1 estar ao lado da tecla 2, mas não, todas as fotos da mesma época em que não conseguem atribuir a data precisa, são rotuladas com "Data(s) [post. 1901]. Chocado? Pois ainda há pior, surge mesmo uma foto atribuída a Francesco Rocchini, em que a data referida é de [ant. 1895], ou seja sete anos antes da mesma ser erigida.

A escada magirus colocada para se proceder à limp

A foto que originou este artigo -" A escada magirus colocada para se proceder à limpeza do monumento a Afonso de Albuquerque", foto de Leilão Soares e Mendonça, in a.f. C.M.L.

Inauguração do monumento a Afonso de Albuquerque

Como se pode ver a "Escada Magirus" foi utilizada, mas foi na inauguração do monumento a Afonso de Albuquerque, foto de Casa Fotográfica Garcia Nunes, in a.f. C.M.L., esta era a foto com a data de 1901-10-03, quando a data correcta é 1902-10-03

A8218.jpg

 Foto atribuída a Francesco Rocchini, com a data [ant. 1895], in a.f. C.M.L.

Monumento a Afonso de Albuquerque, post. 1901, fot

Exemplo de uma das fotos com a referência Data(s) [post. 1901]. Monumento a Afonso de Albuquerque, post. 1901, foto de Paulo Guedes, in a.f. C.M.L.

N856_0004_branca_t0.jpg

O Ocidente : revista ilustrada de Portugal e do estrangeiro, N.º 856 ( 10 Out. 1902 )

"Conforme o programma official foi inaugurado no dia 3 do corrente o monumento a Affonso de Albuquerque na praça principal de Belem, em frente do Tejo, onde fundeava uma divisão naval composta dos cruzadores D. Carlos, D. Amelia, S. Raphael, corveta Duque da Terceira e canhoneira Sado.
Em volta do monumento, reservado um recinto para convidados, agglomerava-se o povo em grande quantidade, que enchia, por assim dizer, a vasta praça...Os alumnos da Casa Pia em numero de 600 tambem fizeram alas ao monumento. Pouco depois da 1 hora da tarde chegou o sr. Infante D. Affonso e a seguir S.S.M.M. El-Rei D. Carlos e Rainha D. Amelia acompanhadas de seus augustos filhos o principe D.Luiz e infante D. Manuel. Os soberanos foram recebidos pela Camara Municipal com seu estandarte á frente, conduzido pelo vereador sr. José Bello."
in O Ocidente : revista ilustrada de Portugal e do estrangeiro, N.º 856 ( 10 Out. 1902 )

 

O "XÉXÉ"

O "XÉXÉ" era uma das máscaras mais utilizadas nas paródias do Carnaval até cerca de 1910. Era uma caricatura da Lisboa Miguelista, da cabeleira e casaca caídos em desgraça. O xéxé envergava normalmente, uma casaca às cores, sapatos de fivela, cabeleira de estopa, punhos de renda e um imenso chapéu bicorne com uma inscrição a maior parte das vezes obscena.

0001_M (2).jpg

 O xéxé, ant. 1910, foto de Leilão Soares e Mendonça, in a.f. C.M.L.

0001_M (3).jpg

 O xéxé, ant. 1910, foto de Leilão Soares e Mendonça, in a.f. C.M.L.

0001_M (4).jpg

 O xéxé, ant. 1910, foto de Augusto Bobone, in a.f. C.M.L.

Igreja de Nossa Senhora de Fátima

A Igreja de Nossa Senhora de Fátima, construída com o traço do arquitecto Porfírio Pardal Monteiro, e tendo vitrais da autoria de Almada Negreiros, foi o primeiro templo católico a ser erigido em Lisboa após a instauração da República, tendo recebido o Prémio Valmor 1938.

"Foi começada a construir esta igreja em Agosto de 1934, com destino a paroquial de S. Julião, que se intentava transferir para ela. Porém em Agosto de 1936 foi determinado que o orago fosse Nossa Senhora do Rosário de Fátima, ou Nossa Senhora de Fátima, e não S. Julião.
A igreja foi declarada matriz da nova freguesia criada com a mesma invocação, tendo-se efectuado as festas da inauguração nos dias 11 e 12 de Outubro de 1938, no segundo dia dos quais a igreja foi benzida, iniciando-se as suas funções paroquiais no dia 13.
É sua proprietária a arqui-confraria do Santíssimo Sacramento da freguesia de S. Julião, que a mandou construir com a importância da venda da igreja de S. Julião ao Banco de Portugal, a qual se realizou por escritura de 7 de Junho de 1933."
in Dispersos, Vol. I, de Augusto Vieira da Silva

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, 1938, foto Cas

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, 1938, foto Casa Fotográfica Garcia Nunes, in a.f. C.M.L.

2710585674_1e94cc85a6_o.jpg

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, foto Estúdio Horácio Novais, in Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian

2655434087_0c7891528d_o.jpg

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, foto Estúdio Horácio Novais, in Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian

2655437741_983d234164_o.jpg

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, foto Estúdio Horácio Novais, in Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian

2656266328_76b2cb9be4_o.jpg

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, foto Estúdio Horácio Novais, in Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian

2709765245_b3da5b3d07_o.jpg

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, foto Estúdio Horácio Novais, in Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian

2655435697_134125a32d_o.jpg

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, foto Estúdio Horácio Novais, in Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian

2656279414_c2c5d4be1b_o.jpg

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, foto Estúdio Horácio Novais, in Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian

2655452971_28d5c6e297_o.jpg

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, foto Estúdio Horácio Novais, in Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian

2655453981_1d98384234_o.jpg

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, foto Estúdio Horácio Novais, in Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian

2656279122_1750c52e10_o.jpg

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, foto Estúdio Horácio Novais, in Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian

2655451707_a030259168_o.jpg

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, foto Estúdio Horácio Novais, in Biblioteca de Arte / Art Library Fundação Calouste Gulbenkian

 

 

Calçada dos Cesteiros

Em 1878 foi efectuado um Requerimento por parte de vários estabelecidos na Calçada dos Cesteiros e na travessa do Cardeal, pedindo para que fosse dado um menor declive à rampa, da rua Direita do Cais dos Soldados que dava passagem para a Calçada dos Cesteiros e para a Travessa do Cardeal e que devido à sua inclinação dificultava o movimento das mercadorias. No mesmo ano, o ofício n.º 696 de Frederico Ressano Garcia, contem uma uma exposição para se poder concluir a obra do alargamento da rua da Bica do Sapato e pedindo para que seja fixada uma outra inclinação da referida rampa.

Analisando a primeira foto, que data do início do séc. XX, podemos constatar quão acentuado seria o declive, se após a correcção o mesmo se apresenta conforme a imagem ilustra.

Calçada dos Cesteiros, 1901, foto de Machado & So

Calçada dos Cesteiros cruzamento com a Travessa do Cardeal, 1901, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

Atlas da carta topográfica de Lisboa N.º 38, 185

Atlas da carta topográfica de Lisboa N.º 38, 1857, de Filipe Folque, in A.M.L.

Planta Topográfica de Lisboa 13 G, 1909, de Alber

Planta Topográfica de Lisboa 13 G, 1909, de Alberto de Sá Correia, in A.M.L.

Calçada dos Cesteiros, 1907, foto de Machado & So

Calçada dos Cesteiros, 1907, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

2.jpg

Calçada dos Cesteiros, 1907, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

 

O Padrão do Senhor Roubado

A edificação do Padrão do Senhor Roubado, que teve três fases distintas, entre 1744 e 1747, correspondendo à última os azulejos da parede do fundo, que relatam a "suposta odisseia do roubo" e a respectiva pena aplicada a António Ferreira, sempre conteve na sua história algumas incongruências, mas vejamos o que originou a realização deste padrão:
Na manhã do dia 11 de Maio de 1671 o padre da paróquia de Odivelas encontrou a Igreja Matriz virada do avesso: tinha sido assaltada na noite anterior, tendo sido roubadas algumas peças, vestuário de santos e dois vasos contendo as hóstias. Um mês depois, em 16 de Junho, foram encontradas algumas das peças roubadas, enterradas justamente no local onde viria a ser edificado em 1744 o padrão ao Senhor Roubado. Em 16 de Outubro do ano do roubo foi preso, junto ao Mosteiro de Odivelas (São Dinis), um homem que tentava roubar as galinhas do mosteiro. Foi preso e identificado como autor do roubo de 10 de Maio. O ladrão chamava-se António Ferreira e foi condenado a que lhe cortassem em mãos em vida e queimadas à sua vista, após o que foi garrotado e queimado numa fogueira ateada no Rossio no dia 23 de Novembro de 1671.
De facto as únicas certezas são: o roubo na Igreja, a carta régia de D.Pedro I, sobre o sacrilégio cometido em Odivelas, e a atribuição da culpa e consequente castigo a António Ferreira.

Padrão do Senhor Roubado, sd, foto de Leilão Soa

 Ampliado do original que é uma foto estereoscópica, que se vê a seguir

Padrão do Senhor Roubado, sd, foto de Leilão Soa

Padrão do Senhor Roubado, s/d, foto de Leilão Soares e Mendonça, in a.f. C.M.L.

11.jpg

Carta régia de D.Pedro I, sobre o sacrilégio cometido em Odivelas, in "Legislação Régia", Livro 1648-1674

Padrão do Senhor Roubado, sd, foto de Alexandre C

Padrão do Senhor Roubado, s/d, foto de Alexandre Cunha, in a.f. C.M.L.

 

A antiga Igreja dos Anjos

Já existia em 1551 uma ermida com a invocação de «Os Anjos», e foi porventura nesta ermida que se fundou a freguesia do mesmo nome, no tempo do Cardeal-Arcebisbo D. Henrique.
A Igreja foi construída, no tempo dos reis D.Filipe IIe III de Portugal.
A sua invocação primitiva era simplesmente «Os Anjos»; mas como na Igreja havia uma confraria de Nossa Senhora dos Anjos, passaram a chamar a freguesia, desde os meados do séc. XVIII, paróquia de Nossa Senhora dos Anjos.
A igreja ficava situada na Rua dos Anjos, onde nela se inseria o Regueirão dos Anjos.
Com o terremoto de 1755, ficou arruinada a Igreja sendo no entanto reconstruída até 1758, altura em que se voltou a celebrar actos religiosos no interior da mesma.
com o plano de remodelação da zona foi esta Igreja demolida, começando as demolições em 1908. O quintal da Igreja, antigo cemitério, foi vendido à Câmara Municipal, para a abertura de vias públicas.

Antiga Igreja dos Anjos, extinta e reconstruída n

Antiga Igreja dos Anjos, extinta e reconstruída na avenida Almirante Reis, ant. 1908, foto de Leilâo Soares e Mendonça, in a.f. C.M.L.

Panorâmica de Lisboa, vê-se a Igreja dos Anjos,

Panorâmica de Lisboa, vê-se a Igreja dos Anjos, ant. 1908, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Antiga Igreja dos Anjos e antigo local do Regueir

Antiga Igreja dos Anjos e antigo local do Regueirão dos Anjos, ant. 1908, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

Interior da Igreja dos Anjos, 1907,.jpg

Interior da Igreja dos Anjos, 1907, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

Altar da Igreja dos Anjos.jpg

Altar da Igreja dos Anjos, 1907, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

Antiga Igreja dos Anjos, 1901, foto de Machado & S

Antiga Igreja dos Anjos, 1901, foto de Machado & Souza, in a.f. C.M.L.

Antiga Igreja dos Anjos.jpg

Antiga Igreja dos Anjos, ant. 1908, foto do espólio de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Antiga Igreja dos Anjos, fachada principal ant a 1

Antiga Igreja dos Anjos, fachada principal ant a 1908, foto de José Arthur Leitão Bárcia, in a.f. C.M.L.

 

Jogo da Péla e a Calçada com o mesmo nome

A antiga Calçada do Jogo da Péla era uma artéria em escadaria que começava no Largo com o mesmo nome, ao extremo da Rua Nova da Palma e terminava na Rua do Arco da Graça (actualmente esta artéria liga o Martim Moniz com a Rua do Arco da Graça).
A denominação de Jogo da Péla, advém do facto de se situar nesta Calçada, quase ao topo uma loja ou barracão onde se jogava no séc. XVI o Jogo da Péla. Ficava este espaço encostado à muralha da Cerca Fernandina, da parte de fora entre duas torres que aí existiam.
O Jogo da Péla era um dos exercícios habituais da fidalguia do Paço, não era só jogo de recreio e ginástica, era também jogo em que se arriscava dinheiro, tendo mesmo um juiz especial encarregado de manter a sua boa ordenança.
Com as obras de demolição ocorridas na zona do Martim Moniz, ficou esta Torre de pé, começando-se a atribuir-lhe a denominação de "Torre do Jogo da Péla" nome erradamente atribuído, visto nunca ter existido uma Torre do Jogo da Péla, mas sim um recinto azulejado onde se exercitavam os jogadores da Péla.

Praça Martim Moniz e calçada do Jogo da Pela, 19

Praça Martim Moniz e Calçada do Jogo da Pela, 1952, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Torre do Jogo da Péla, 1948, foto de Eduardo Port

"Torre do Jogo da Péla", 1948, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Antiga rua do Martim Moniz, esquina com a rua da P

Antiga Rua do Martim Moniz, esquina com a Rua da Palma. Ao fundo, uma pequena parte da Calçada do Jogo da Péla, onde se vè a Torre, 195 , foto de Judah Benoliel, in a.f. C.M.L.

Calçada do Jogo da Péla, torre da cerca fernandi

Calçada do Jogo da Péla, torre da cerca fernandina, 1949, foto de Eduardo Portugal, in a.f. C.M.L.

Praça Martim Moniz, vendo~se a Torre do Jogo da P

Praça Martim Moniz, vendo~se a "Torre do Jogo da Pela", 2006, foto de Luis Pavão, in a.f. C.M.L.

Torre do jogo da Pela, 2015, foto Global Imagens.j

"Torre do jogo da Pela", 2015, foto Global Imagens

Pág. 2/2

Mais sobre mim

foto do autor

Calendário

Fevereiro 2017

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D